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	<title>Comments on: A propósito da inauguração da Casa de Ramalde</title>
	<link>http://ipsb.info/noticia/2009/03/26/524/</link>
	<description>Sítio das notícias do Instituto de Promoção Social de Bustos</description>
	<pubDate>Sat, 19 May 2012 04:35:48 +0000</pubDate>
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		<title>By: Ana Peres</title>
		<link>http://ipsb.info/noticia/2009/03/26/524/#comment-96</link>
		<author>Ana Peres</author>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 02:10:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://ipsb.info/noticia/2009/03/26/524/#comment-96</guid>
		<description>Desculpem Telmo e André mas, depois do que escreveram, não consigo acrescentar mais nada,está aqui tudo,só falta a vontade e concretizar.Já "apanhei algumas vezes este autocarro",agora também me atrasei,mas ,também,estou a "correr atrás dele e preciso da vossa ajuda para subir para ele" e ir com vocês!Não me deixem ter insónias...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem Telmo e André mas, depois do que escreveram, não consigo acrescentar mais nada,está aqui tudo,só falta a vontade e concretizar.Já &#8220;apanhei algumas vezes este autocarro&#8221;,agora também me atrasei,mas ,também,estou a &#8220;correr atrás dele e preciso da vossa ajuda para subir para ele&#8221; e ir com vocês!Não me deixem ter insónias&#8230;</p>
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		<title>By: andre_moreira</title>
		<link>http://ipsb.info/noticia/2009/03/26/524/#comment-94</link>
		<author>andre_moreira</author>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 11:21:50 +0000</pubDate>
		<guid>http://ipsb.info/noticia/2009/03/26/524/#comment-94</guid>
		<description>Antes de chegar aos 30, eu olhava o futuro como único juiz competente das nossas obras e dos nossos actos. Hoje não penso exactamente assim... acho que esse namoro ou flirt com o futuro (como dizia Kundera) é o pior dos conformismos, a cobarde lisonja do mais forte – e, provavelmente, um egoísmo maior. Digo isto porque o futuro é sempre mais forte do que o presente – é ele que, de facto, nos julgará. E, certamente, sem qualquer competência para tal...

Enganamo-nos muitas vezes a idealizar e a planear futuros que não garantimos poder concretizar, quando, na realidade, é o presente que está aqui e agora e é o nosso presente que podemos oferecer – nunca o futuro. Socialmente, caminhámos no sentido contrário, adiando o dia-a-dia por troca com o futuro onde vamos continuar a viver o mesmo dia-a-dia adiado. 

Acho que Frei Gil terá feito exactamente o contrário: partindo de uma cartilha de valores, viveu plenamente o dia-a-dia e dessa vivência plena fez nascer futuros melhores – este meu presente, que é um seu futuro, é certamente melhor, apesar de tudo e de todas as queixas que ainda deixo escapar.

Não conheci o homem, mas senti a sua "aura" aqui no IPSB, pelas palavras e acções de quem privou com ele – vive em ti, Telmo, como vive nas vozes que ouvi nas últimas reuniões, da Dulce à Rosalina, do Zé António à Ana Peres, passando pelo Paulo Amorim e por alguns outros. E foi por isso que por aqui quis ficar.

Ou seja, Telmo, atrasei-me um pouco; mas estou a correr atrás do autocarro e sei que me vais ajudar a subir para ele. Certo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de chegar aos 30, eu olhava o futuro como único juiz competente das nossas obras e dos nossos actos. Hoje não penso exactamente assim&#8230; acho que esse namoro ou flirt com o futuro (como dizia Kundera) é o pior dos conformismos, a cobarde lisonja do mais forte – e, provavelmente, um egoísmo maior. Digo isto porque o futuro é sempre mais forte do que o presente – é ele que, de facto, nos julgará. E, certamente, sem qualquer competência para tal&#8230;</p>
<p>Enganamo-nos muitas vezes a idealizar e a planear futuros que não garantimos poder concretizar, quando, na realidade, é o presente que está aqui e agora e é o nosso presente que podemos oferecer – nunca o futuro. Socialmente, caminhámos no sentido contrário, adiando o dia-a-dia por troca com o futuro onde vamos continuar a viver o mesmo dia-a-dia adiado. </p>
<p>Acho que Frei Gil terá feito exactamente o contrário: partindo de uma cartilha de valores, viveu plenamente o dia-a-dia e dessa vivência plena fez nascer futuros melhores – este meu presente, que é um seu futuro, é certamente melhor, apesar de tudo e de todas as queixas que ainda deixo escapar.</p>
<p>Não conheci o homem, mas senti a sua &#8220;aura&#8221; aqui no IPSB, pelas palavras e acções de quem privou com ele – vive em ti, Telmo, como vive nas vozes que ouvi nas últimas reuniões, da Dulce à Rosalina, do Zé António à Ana Peres, passando pelo Paulo Amorim e por alguns outros. E foi por isso que por aqui quis ficar.</p>
<p>Ou seja, Telmo, atrasei-me um pouco; mas estou a correr atrás do autocarro e sei que me vais ajudar a subir para ele. Certo?</p>
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