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	<title>Comments on: Acho que vou dar este discurso aos meus alunos para eles &#8220;esmiuçarem&#8221;&#8230;</title>
	<link>http://ipsb.info/noticia/2009/09/21/acho-que-vou-dar-este-discurso-aos-meus-alunos-para-eles-esmiucarem/</link>
	<description>Sítio das notícias do Instituto de Promoção Social de Bustos</description>
	<pubDate>Sat, 19 May 2012 04:43:18 +0000</pubDate>
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		<title>By: andre_moreira</title>
		<link>http://ipsb.info/noticia/2009/09/21/acho-que-vou-dar-este-discurso-aos-meus-alunos-para-eles-esmiucarem/#comment-148</link>
		<author>andre_moreira</author>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 10:30:15 +0000</pubDate>
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		<description>Temos o vício de depositar no que se passa à nossa volta expectativas enormes e a depreciar o que, bem instruídos e dentro de nós, podemos fazer com o que nos incomoda ou em dar resposta às nossas ambições.
Esta "externalização" exacerbada, este quase vício tão lusitano de culpar alguém, adia o futuro, parecendo obedecer a um plano deliberado de nos sentirmos sempre pequenos e desamparados, dependentes dos outros.
Por muito que possa custar a alguns pedagogos de gabinete, estes "choques", estes abanões fazem bem e não deixam traumas. Obama sabe, por certo, que é pela educação que moldamos a sociedade futura.
Quando definimos como e o que ensinar estamos a projectar as nossas expectativas mais profundas sobre a humanidade. E essas ideias são emanadas da autocrítica, da reflexão que fazemos sobre os nossos pecados sociais, sendo, portanto, um terreno fértil para o crescimento de um certo puritanismo – que, em excesso, e como qualquer outro abuso, pode fazer mal. Mas que, quando "q.b.", se pode tornar num dínamo social muito eficaz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Temos o vício de depositar no que se passa à nossa volta expectativas enormes e a depreciar o que, bem instruídos e dentro de nós, podemos fazer com o que nos incomoda ou em dar resposta às nossas ambições.<br />
Esta &#8220;externalização&#8221; exacerbada, este quase vício tão lusitano de culpar alguém, adia o futuro, parecendo obedecer a um plano deliberado de nos sentirmos sempre pequenos e desamparados, dependentes dos outros.<br />
Por muito que possa custar a alguns pedagogos de gabinete, estes &#8220;choques&#8221;, estes abanões fazem bem e não deixam traumas. Obama sabe, por certo, que é pela educação que moldamos a sociedade futura.<br />
Quando definimos como e o que ensinar estamos a projectar as nossas expectativas mais profundas sobre a humanidade. E essas ideias são emanadas da autocrítica, da reflexão que fazemos sobre os nossos pecados sociais, sendo, portanto, um terreno fértil para o crescimento de um certo puritanismo – que, em excesso, e como qualquer outro abuso, pode fazer mal. Mas que, quando &#8220;q.b.&#8221;, se pode tornar num dínamo social muito eficaz.</p>
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